quinta-feira, 24 de junho de 2010


A vida é mesmo tão imprevisível. A cada dia que passa mais perdida eu fico, sem saber qual atitude tomar, qual reação expor, qual sentimento acreditar, qual caminho seguir... Inúmeras vezes me apresento forte diante de meus amigos, e será mesmo que eu to aguentando essa barra toda numa boa? Ta tudo tão errado, ou melhor tão certo... e é isso mesmo que eu quero pra minha vida? Eu não sei mais o que eu faço, ja abri mão, ja dei motivos pra não estarem mais comigo, eu já chorei, eu já tentei dar uma chance, mas não sei que ta acontecendo, o que será que eu fiz, pra merecer isso tudo? Eu só queria poder esquecer.. poder seguir minha vida, sem essas feridas que cismam em não fechar, que cismam em me perseguir e me fazer sofrer cada dia mais e mais. Eu nunca fui perfeita, eu não quero que ninguém seja, muito menos por mim; mas será que pedi carinho, colo, ou apenas um pouco de respeito é demais? Eu to sendo paciente com minhas escolhas, sabendo esperar, tendo fé que tudo vai passar. Mas ta difícil, se desse eu sumia pelo mundo. As pessoas me cobram tanto, mais tanto, que esquecem até de pergunta se eu to bem, perguntar se ao menos eu to precisando de um abraço. Eu to cansada essa é a verdade. Onde foi que eu errei pra ficar assim, na solidão...
Eu fecho os olhos e tudo que eu penso é de como eu fui feliz um dia, e como ao mesmo tempo eu fui burra, fui enganada durante tanto tempo.. Vejo o quanto eu fui ingenua, e o quanto eu me fiz 'malandra', pra esconder na verdade o que eu mais temia, de ter sido feita de babaca, sim bacaca, essa é a palavra; e nem eu mesma sei da onde eu tirei forças, pra aguentar tudo que eu aguentei, será que foi amor mesmo? custume? o que me deu, que me fez ficar assim... mais que um simples namoro, algo que ja estava presente em minha vida de forma inexplicável.. algo que me envolvia, me dominava minuto à minuto. E que por falta de maturidade, conseguiu acabar assim. Que tola eu, acreditar que seria diferente...

sexta-feira, 30 de abril de 2010


Acham que por eu ter esse meu jeito meio criança, meio adulta. Forte, segura de si. Que eu não fico chateada, que eu não sinto saudades, que palavras não me machucam, que a ausência das pessoas que eu gosto não me deixam triste. Que eu sempre sou assim forte como uma pedra, 'sem sentimentos'. Mal sabem elas, que eu sofro, que eu me chateio, que eu sinto sim saudades como todo mundo, e que palavras me machucam até mais que o comum (...)

Sempre me dei bem com amizades, já com amor, não posso dizer o mesmo, já me machucaram, já machuquei, já errei, já erraram, mas, como tudo faz parte da vida...Vejo isso como uma forma pra amadurecer, e vou levando; sempre acreditei muito no ‘te amo’, ‘amo você’, embora isso tenha virado rotina, papo de MSN essas coisas; quando digo que amo, eu AMO; quando peço desculpas reconheço realmente que errei; embora muitas atitudes minhas, não cobre com o que falo; é porque realmente eu ajo com o coração. Odeio quando as pessoas se metem na minha vida de um modo exagerado e rude, é eu sei que ‘QUEM TA DE FORA, VÊ REALMENTE O QUE ESTÁ ACONTECENDO’, embora muitas das vezes ninguém sabe o que estamos sentindo; muitas das atitudes referentes a namoros mal resolvidos, traição, e diversas coisas desse gênero; tornam-se algo peculiar diante das pessoas, elas falam, gastam, humilham com fofocas insanas, e pensamentos estúpidos, quando na verdade, esquecem que também podem passar pela mesma situação.
Muitas pessoas, me veem de uma forma, que talvez nem exista realmente. Sempre aquela pessoa forte, sorridente, que não liga pra nada. Talvez elas sejam cegas, ou certas vezes se fazem. Afinal não existe ninguém realmente assim, faz parte da vida. Tristeza, sentimento de culpa, insejo, nervosismo, aflição, medo, angústia...são coisas que valem apena sentir, seja pra dar um valorzinho extra a quem faz tudo por você, seja pra fazer você aprender, crescer ou simplesmente sofrer; assunto de família, amor não correspondido, sentimentos inusitados que a própria razão desconhece. É, pra que serve realmente isso tudo?